quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

TRABALHO I - ANÁLISE DO LIVRO


 

Trabalho realizado em GRUPO!
Grupo: Angélica Aquino , Aryanna Garcia, Daniela Araújo, Danielle Barcellos, Júlia Shayenne e Vanessa Almeida .


________________________________________________

FICHA TÉCNICA:
Projeto Pitanguá Português

Editora: Moderna

Série: 2° Ano do Ensino Fundamental 1

Faixa Etária: 7 a 8 anos
 
 
 
 
 
 
 
Objetivo do livro é desenvolver a competência comunicativa, envolvendo a compreensão leitora e a capacidade de escrever com clareza e expressar-se oralmente de forma adequada. Por isso o projeto Pitanguá organiza-se essencialmente em torno de dois eixos principais, o trabalho de leitura e produção de diversos tipos textuais e programas sistemáticos (desenvolvidos de modo claro). Ele explora os conhecimentos prévios de cada aluno facilitando a conexão entre o conteúdo novo e tudo o que o aluno já conhece, trazendo uma grande variedade de assuntos e situações que estimulam o aluno a observar, interpretar, discutir idéias e também o senso crítico, além de seu conhecimento em Língua Portuguesa.
·         Como é feita a divisão do livro?
O livro é dividido em nove unidades que correspondem aproximadamente aos noves meses letivos e cada unidade é subdividida em duas partes, estabelecendo um ritmo adequado para assimilação e a introdução de novos conteúdos, facilitando o trabalho do professor. Ao invés de sumário, o livro se utiliza de um “Mapa de Conteúdos”, que permite a visualização das relações entre conteúdo e possibilidades de aprendizagem.  A primeira parte de cada unidade contém cinco tópicos:
1.      Leitura,
2.      Estudo do texto,
3.      Produção de texto,
4.      Estudo da língua e
5.      Oficina de criação.
A segunda parte è dividida também em outros cinco tópicos:
1.      Leitura,
2.      Estudo do texto,
3.      Texto expositivo ou instrucional,
4.      Estudo da língua e
5.      Projeto em equipe.
A organização é muito clara, selecionada e de fácil manuseio à informação, o conteúdo segue um critério rígido de fácil compreensão, de modo que alunos que já sejam totalmente leitores nem solicitem à ajuda do professor, podendo sozinho responder os exercícios.
·         A Compreensão Leitora
            Prioritariamente o livro apresenta uma estrutura que possibilite a melhor compreensão por parte do aluno visando desenvolver a competência para compreensão de diferentes tipos de textos com os quais terá contato durante sua vida, variando o máximo possível. Podemos destacar cinco propostas do livro em relação à compreensão leitora dos alunos, são elas:
1.      Leitura de uma grande variedade de tipos textuais, em todas as áreas, abordando todos os gêneros.
2.      Estratégias de leitura (identificando diferentes propósitos, significando e formulando hipóteses, e compreendendo os textos),
3.      Leitura de textos expositivos sem grandes dificuldades,
4.      Enriquecimento do vocabulário e
5.      Desenvolvimento de atitudes favoráveis à leitura.
Não basta que os alunos aprendam a ler, é necessário que gostem de ler. E para estimular a leitura, o livro selecionou alguns textos atraentes e acessíveis, além de textos não-literários muito claros com temas interessantes ao aluno, contando com um programa sistemático de ampliação de vocabulário, graças as diferentes opções de tipos e gêneros textuais.
·         Exemplos de Tipos de Texto
No livro encontramos textos narrativos (contos, lendas, crônicas, mitos), textos informativos (bilhete, recado, reportagens), textos descritivos, textos expositivos, argumentativos e instrucionais, quadros programáticos, gráficos, mapas, canções, poesias, poemas, tabelas, quadrinhos e etc. Apresenta também uma série de elementos que compõem os diversos gêneros para que o aluno busque ajuda para a produção de seu próprio texto, podemos separar em quatro partes. Primeiro o aluno lê o texto, depois analisa, conta a história e finalmente escreva a sua visão.
Os textos expositivos são freqüentes em livros didáticos com a finalidade expor alguma coisa seja ela uma opinião ou ponto de vista, os argumentativos tem por objetivo persuadir o aluno se baseando em argumentos, já os instrucionais trazem orientações para a realização de algo ou alguma tarefa. Após a leitura desses tipos textuais o aluno precisa organizar as informações antes de produzir seu próprio material, nesse caso ele contará com a ajuda da professora.
Textos poéticos contribuem para a consolidação do processo de alfabetização, utilizando recursos sonoros e lingüísticos nos poemas e poesias, desenvolvendo também a sensibilidade criativa, onde os alunos podem explorar as oficinas de criação que foram citadas na divisão das unidades do livro.
Gramática e ortografia obviamente estão listadas e presentes no livro, mas ele não foca somente o ensino das duas, foca também a capacidade criativa do aluno e se preocupa com o gosto de seu aluno pela leitura. Escrever corretamente é uma habilidade essencialmente prática, a observação reflexiva, a análise das informações e o reconhecimento das características de um texto definitivamente faz do aluno um diferencial.dessa forma, o livro se preocupou em oferecer ferramentas eficientes para esse processo.
·         O Vocabulário
O vocabulário do aluno é ampliado através da leitura e das trocas informativas, por isso os textos trazem glossários que facilitam a leitura do aluno, dessa forma ele conhece novas palavras e pode começar a fazer uso das mesmas em suas produções textuais. Além disso, o livro também conta com uma pequena parte que contém:
§  Sinônimos e antônimos,
§  Vocabulário contextualizado,
§  Vocabulários temáticos,
§  Trabalho complementar com dicionário,
§  Anexos,
§  Textos suplementares e
§  Jogos que estimulam a leitura.
 
·         Projeto em Equipe
Em cada bimestre o livro apresenta um projeto de trabalho em equipe com o objetivo de produzir algum material como, por exemplo, um cartaz ou um mural para que os alunos possam aplicar seus conhecimentos adquiridos naquela unidade e desenvolvam diferentes métodos de trabalho. Eles descobrem o que fazer depois de que maneira fazer e por fim avaliam seus trabalhos e produções.
·         CONSIDERAÇÕES DO GRUPO:
            Em suma, de acordo com os textos que estamos estudando ao longo da disciplina, entendemos que o livro contribui sim para a melhor aprendizagem dos alunos, não o consideramos como um livro de abordagem tradicional, porque encontramos diversos aspectos que estimulam a curiosidade dos alunos e o interesse dos mesmos pelas questões apresentadas no livro. A forma com que o livro aborda as temáticas é instigante e estimula o aluno a querer descobrir mais, dando-lhe o prazer da aprendizagem e segurança para realizar sozinhos algumas tarefas.os textos usados são ricos no vocabulário e divertidos, não são muito extensos e dessa forma o aluno não se entedia na leitura, fator crucial para o professor que quer despertar em seu aluno a vontade de ler. Pontos negativos que observamos no livro é que ele não aborda o uso de novas tecnologias, ele não trata dessa temática com os alunos. Porém, este não é um livro recente, então acreditamos que este é o motivo. Para o caso de usarmos, hoje, em nossas turmas, valeria uma reforma no livro, para que ele pudesse estar mais atualizado. Aplicaríamos este livro aos nossos alunos, sem sombra de dúvidas dentro deste contexto exposto, acreditando que ele auxilia o trabalho do professor e satisfaz as necessidades do aluno.
 
SE VOCÊ LEU, COMENTE ! :)
 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Trabalhando Tipos/Gêneros Textuais em Sala de Aula

O texto de hoje está disponível aqui :D (CLICAR)

De: CALDAS, Lilian Kelly, TRABALHANDO TIPOS/GÊNEROS TEXTUAIS EM SALA DE AULA: UMAESTRATÉGIA DIDÁTICA NA PERSPECTIVA DA MEDIAÇÃO DIALÉTICA

* Acho que meu post não estará muito por dentro do texto... vamos ver o desenrolar. rsrs


A pergunta pertinente é: "É possível trabalhar diferentes gêneros e tipos textuais em sala de aula?"

Em que sentido esta colocação daria qualidade ao trabalho do professor?

Há muito tempo, ouvimos dizer que o professor precisa desempenhar um papel de qualidade, o que pode ser interpretado de diversas formas, nem vou adentrar por este assunto, porque a discussão que quero trazer nem é essa e meu objetivo é que você leia o post até o final.

Para quem já atua em sala de aula é muito comum ouvir que é necessário trabalhar os diferentes gêneros textuais em sala de aula, é necessário abrir o leque de oportunidades para seu aluno de modo que ele identifique e se aproprie daquilo, se tornando altamente capaz de relacionar os diferentes gêneros e dominá-los. Nossa, seria realmente lindo. A questão aqui é: COMO FAZER ISSO SE MUITAS DAS VEZES, É O PROFESSOR QUE NÃO CONHECE OS GÊNEROS E OS TIPOS OU A DIFERENÇA ENTRE ELES? Dessa forma, podemos gerar mais problemas do que soluções. Isso porque os professores ficam buscando apenas os erros dos alunos. É, é isso mesmo!!!! Você ai professor, quer arrancar a cabeça do seu aluno porque ele ainda não conseguiu entender a diferença entre o "M" e o "N", então, você decide que trará uma aula super diferenciada para o seu aluno, onde você vai trabalhar vários gêneros diferentes, de forma lúdica e divertida.... blá blá blá. Mentira sua. Você vai enfiar na cabeça dele mais regras. Não estou dizendo que seu aluno deve sair de sua respectiva série sem conhecer as regrinhas, lógico que não, mas que tal você observar a produção dele? Ás vezes o aluno não consegue entender os "erres", verdade, porém, ainda que esteja escrevendo errado, ele pode estar fazendo reflexões belíssimas. José Luiz Ladeira em seu blog, disse: "a língua portuguesa deixa de ser limitada por uma visão gramatical teórica e passa a ser considerada uma atividade humana, um meio, por excelência, de existir no mundo. Isso nos desafia a levar essa língua para a sala de aula o mais próximo possível de como ela é surpreendida em seu uso cotidiano."
Qual é a melhor maneira de ensinar? Terão diversos teóricos que trarão essa discussão, a gente sabe que quando se trata de opinião faremos menção à pesquisa e quando se trata de pesquisa, ninguém tem opinião, você tem sempre que falar se apoiando na fala de outros. Mas vamos sair desse universo um pouco, para de ouvir dos “outros” o que é bom para sua turma, como seu trabalho deve ser feito. Ninguém está em sala de aula com você, você é quem conhece sua turma, por isso, é compromisso SEU, ensiná-los. O professor é quem deve observar a turma e diagnosticar, onde cada um tem mais dificuldade, qual é a maneira que cada um aprende, quem tem mais facilidade, quem tem um pouuco mais de dificuldade, sabemos que o tempo de aprendizagem de cada aluno é diferente. Ai vem alguém e diz que é difícil fazer isso, com certeza! Mas é nosso papel, nós somos a classe forte, queridos! Somos nós que formamos o engenheiro, o médico, o advogado, o astronauta, o diplomata, todos eles passaram por nossas mãos! E as pessoas inteligentes, de verdade, sabem que essa é a verdade. Nós somos o poder da nção, somos os professores. Quando trazemos o trabalho com gêneros textuais, precisamos antes de qualquer coisa observar o mundo e nossos alunos, trazer exemplos reais, mostrá-los que não há mistério! O mundo em que eles estão inseridos já os ensinou o suficiente e ele está ali para ir além, com um professor do seu lado para o orientar, o ajudar a compreender as milhares de informações que este aluno recebe todos os dias enquanto ele caminha de casa à escola, na volta pra casa, na ida ao mercado com a mãe, no jogo de futebol com o pai, nas brincadeiras de rua com os primos e tantas outras atividades que este aluno realiza. Eu sei, você vai dizer: "Mas os alunos não querem nem saber de ler! Como eu vou trabalhar gêneros textuais se eles não lêem?" Isso, porque para alguns ler é natural, tem gente que tem o prazer de ler, lê por hobby, há outras pessoas que não gostam de ler, tem preguiça. Mas também é responsabilidade nossa tornar a leitura algo divertido. Ok, isso pode ser difícil. Mas não é impossível, você também trabalhará na base do diagnóstico. O que atrai seu aluno? O que ele gosta? Quais são suas preferências? Como você pode induzi-lo a ler, mediante este interesse? O que você pode trazer de especial para seus alunos? Ai, seu aluno entenderá que ele não está sendo obrigado a aprender algo, mas sim que este conteúdo é importante e extremamente interessante para ele levar com ele. Já vi diversos adultos com dificuldades para escrever um simples bilhete. Coincidência, não?

Enfim, a questão é: eu acredito que seja possível sim, ensinar os gêneros e os tipos textuais, mas o professor deve se preparar realmente para esta tarefa e deve observar seus alunos, para que esta aula seja uma aula de qualidade (olha ela ai de novo), e agora, o conceito que eu estou dando à qualidade é: que todos saiam da sala compreendendo o conteúdo dado. :D


SE VOCÊ LEU, COMENTE ! :)
 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Contagem Regressiva !



É isso ai, pessoal! Faltam apenas 5 dias para 2013 chegar! Quem está animado ai? o/
Esse ano eu vou ajudar a mamãe com a Ceia, pela primeira vez em 20 anos, tudo acontecerá em nosso santo lar e para dar aqueeeeeela incrementada no blog, vai ai uma receitinha fofíssima de algo que faremos em nossa ceia :D
 
Para ajudar os nossos aluninhos com os gêneros textuais, uma delícia DELICIOSA :D
Depois eu coloco a foto pessoal ! =)
 
 INGREDIENTES:
*1 LATA DE LEITE CONDENSADO (395G.)
* 1 1/2 LATA DE LEITE COMUM (USE A LATA DE LEITE CONDENSADO COMO MEDIDA)
* 2 GEMAS PASSADAS NA PENEIRA
* 2 COLHERES DE SOPA DE ACHOCOLATADO
* 2 COLHERES DE SOPA DE AMIDO DE MILHO
* 1 LATA ou 300G. DE CREME DE LEITE SEM SORO (200G. MEDIDA JÁ SEM O SORO)
* 1 PACOTE DE BISCOITO MAISENA (300G.)
* CHOCOLATE GRANULADO PARA COBERTURA
MODO DE FAZER:

Leve ao fogo uma panela com o leite condensado, 1 lata de leite e as gemas. Deixe ferver.
Acrescentar a outra 1/2 lata de leite já misturado o achocolatado e o amido de milho, mexendo até cozinhar e ficar um creme bem espesso. Retire do fogo e deixe reservado para que esfrie.
Quando o creme estiver completamente frio, acrescente creme de leite e misture bem.

MODO DE MONTAR - em um pirex refratário:

* creme
* 1 camada de biscoito (pode umidecer o biscoito no leite)
* creme
Assim sucessivamente até terminar em creme.
Cobrir com o granulado e lavar à geladeira.
Servir gelado.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Feliz Natal !!!

Bom... como não pretendo voltar aqui antes do Natal, rs e estão dizendo por ai que o mundo acabará amanhã, já aproveito logo para deixar uma mensagem de natal para meus companheiros de turma, professor e todos os que talvez, um dia, pelo mundo, leiam meu texto :D




"Façamos de nossa vida uma extensão da noite de Natal, renascendo continuamente em amor e fraternidade. Que seu coração floresça em amor e esperança! "
 Um feliz natal meu povo! Que essa noite continue sendo mágica e inspiradora para todos nós que estaremos estudando (em pleno) janeiro na FEBF =(  hehehehe

Beijinhooos ;*

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A abordagem das diferentes áreas do conhecimento nos primeiros anos do ensino fundamental

Texto 3 de Patrícia Corsino, disponível junto com os textos anteriores AQUI!

A autora já inicia seu texto relatando uma experiência vivida por um grupo de alunos que embarcam numa jornada deliciosa! Ela conta que por intermédio da professora, graças a um dos alunos que levou para sala de aula, afim de mostrar aos coleguinhas várias lagartinhas, os alunos puderam acompanhar de pertinho todas as fases do desenvolvimento da lagarta até ela se transformar em uma mariposa. Interessantemente, os alunos gostaram tanto da ideia que passaram a pesquisar sobre a vida das lagartas e suas transformações, inclusive as variações de quando ela se torna uma borbpleta ou uma amriposa, aprendendo assim a identificar o tipo de lagarta. Lógico que isso foi possível por parte da boa iniciativa da professora de fugir um pouquinho que "planejado" e incorporar a curiosidade de seus alunos ao conteúdo disciplinar.

Dessa forma, seus alunos descobriram um pouco mais do mundo e se familiarizaram com a disciplina. Adentramos então por uma segunda colocação que a autora faz, sobre o "aprender a ouvir a criança." A criança entendida como alguém que tem algo a dizer e competente o suficiente para atribuir significados às suas falas e pensamentos. Aquela criança que participa culturalmente do seu contexto, que se forma e se transforma. O professor não pode ter medo de sair de dentro do que foi planejado, ele precisa ser flexível. Se adequar aos seus alunos, saber administrar suas experiêcnias e relatos e aproveitar-se de suas curiosidades para introduzir os conteúdos de acordo com o ritmo da criança. Para Jolibert (1994), Ao professor, cabe ajudar a formação do aluno leitor, trazendo a literatura para sala de aula, estimulando a leitura de livros, promovendo atividades que despertem o desejo de ler e levem à descoberta do prazer que pode ser proporcionado pela leitura.      Cabe também, ajudá-lo a interrogar o escrito a procura sentido levando-os às hipóteses e ao encontro de suas próprias estratégias de leitura.


Exemplos contribuam para o desenvolvimento das habilidades leitoras nos anos iniciais do E.F



Projetos de Leitura

Rodas de Leitura e Contações de História






Incentivo por parte dos pais

Casal de irmãos lendo a Bíblia
















Para enriquecer ainda mais nossa jornada em TAELP II , gostaria de partilhar duas leituras que me ajudaram muito no semestre passado:

JOLIBERT, Josette. Formando crianças leitoras. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
SOARES, Magda, Uma proposta  para o letramento, São Paulo: Moderna, 1999.

E um artigo de Magda Soares, "ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: CAMINHOS E DESCAMINHOS", que  é só CLICAR! 

Infelizmente não consegui os textos em PDF, mas é possível comprar os livros :D

domingo, 9 de dezembro de 2012

Gênero Textual e Tipologia Textual




Texto de Sílvio Ribeiro da Silva, disponível AQUI !!!

Descobri uma experiência muito interessante de uma Escola, a atividade foi desenvolvida por alunos do 9° ano. Mas acredito que é possível trazermos para o primeiro segmento sem problemas, talvez com algumas alterações :D




ESCOLA E.I.F. JOAQUIM PIMENTA
                 PÚBLICO ALVO: 9°ano
                 DURAÇÃO: 4 semanas
                 PROFESSORA: Rejane Alves
 APRESENTAÇÃO:
     Este projeto é a oportunidade de propiciar a reflexão sobre a leitura, em especial de crônicas, visto que são narrativas curtas com foco em acontecimentos ou situações do dia a dia com uma linguagem leve, coloquial, próxima ao universo dos alunos e por isso uma aliada para apoiar alunos e professores na transformação da leitura em instrumento de conhecimento e participação na sociedade leitora através de atividades de leitura e produção que viabilizem não só a aprendizagem, mas o prazer.
OBJETIVO GERAL:
     Ampliar o universo da leitura e produção dos alunos através de textos que viabilizem um ato prazeroso e divertido de permear o gosto pela leitura, utilizando o gênero crônica.

AVALIAÇÃO:
     Ocorrerá com base na observação e análise do processo de aprendizagem do aluno, dentro da perspectiva de uma avaliação formativa.

     O papel do professor é observar a participação contínua do aluno e seu aproveitamento induzindo-o a ter uma postura de responsabilidade pelo seu processo de aprendizagem.
     Em outras palavras, a avaliação se dará de forma processual e contínua, mediante as atividades desenvolvidas.


A proposta dessa semana seria ler o texto do SILVA e ler os slides e produzir uma reflexão, focalizando os conceitos principais, confrontando o texto e os slides. 

Os SLIDES que foram trabalhados, estão disponíveis AQUI !

De início, percebi que o slide trabalha mais a dinâmica de MARCUSCHI, que defende o trabalho com as crianças a partir do Gênero Textual. Para ele o trabalho com a Tipologia Textual torna-se limitado, afinal, gêneros possuem diferenças específicas. Porém, no texto também é apontada a visão de TRAVAGLIA, este defende o trabalho com a Tipologia Textual, ele diz que o gênero exerce uma função social.
São abordados no texto dois conceitos importantes,
Resumindo esse ponto, Marcuschi traz a seguinte configuração teórica:
  • a) intertextualidade intergêneros = um gênero com a função de outro
  • b) heterogeneidade tipológica = um gênero com a presença de vários tipos
Travaglia mostra o seguinte:
  • a) conjugação tipológica = um texto apresenta vários tipos
  • b) intercâmbio de tipos = um tipo usado no lugar de outro
SE VOCÊ LEU, COMENTE ! :)


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Alfabetização e Letramento - Sara Monteiro e Mônica Baptista


Grupo: Angélica Aquino , Aryanna Garcia, Daniela Araújo, Danielle Barcellos, Júlia Shayenne e Vanessa Almeida .
A proposta foi excelente! Cumprimos com o que foi pedido, lemos o texto, separamos em partes, estruturamos os tópicos, montamos os slides e o resultado foi este.

Aprender a ler e escrever, ou seja, tornar-se alfabetizado significa adquirir uma habilidade de codificar a língua escrita e de decodificar a língua escrita que seria a leitura. Porém não basta somente adquirir esta habilidade, é preciso  fazer uso das práticas sociais de leitura e de escrita, articulando-as com as práticas orais, conforme as mais diferentes situações. Não basta atingir a alfabetização mas sim o letramento.
 "Letramento é o estado ou condição de quem não só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e de escrita que circulam na sociedade em que vive,  conjugando-as com as práticas sociais de interação oral.” (SOARES, 1999)

Como sugestão de prática para o professor aplicar em salas de aula que atendam crianças de 6 a 8 anos, trouxemos este vídeo que nos pareceu muito interessante!


 As  atividades do vídeo podem ser apresentadas aos alunos afim de construírem seu próprio processo de aprendizagem. Mais importante do que aplicar em sala de aula a nossa proposta, é incentivar o aluno, ele precia se divertir enquanto aprende e nada mais justo do que permití-lo aprender enquanto brinca! :D


Pensamos como proposta que foi pedida uma atividade já antes conhecida pelo grupo, o "Bingo das Palavras"que poderá trabalhar com palavras e sílabas, uma atividade com duração de
1 aula de 50 minutos. Essa proposta poderá ser repetida, ao longo do ano, com variação nas palavras que compõem o jogo. São trabalhados conhecimentos prévios, pelo professor com o aluno serão eles, estratégias para compreensão do funcionamento da escrita alfabética; noção de regras/ funcionamento de jogos. 
As atividades propostas nesta aula, além de trabalhar as capacidades pretendidas poderão servir de diagnóstico.
  Deve-se orientar as crianças sobre as regras do jogo, que consiste em marcar a letra X, no quadrinho que consta a palavra ou sílaba “cantada” pelo mediador. O grupo precisa ser lembrado que quando um participante marcar um X em todos os quadrinhos, deve dizer rapidamente e bem alto - BINGO! Assim, mostrará que é o vencerdo(a).

MATERIAL: Cartelas preenchidas previamente,
com sílabas e/ou palavras;
saquinho com as fichas que constam nas cartelas.
Exemplo:






SE VOCÊ LEU, COMENTE ! :)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

LER E ESCREVER PRA VALER !

A Escola que irei citar agora, não possui blog, site e afins, também não está listada entre as melhores escolas com um dos Idebs mais altos do município, mas é uma escola séria e comprometida com a aprendizagem dos seus alunos.
Escola Municipal Santa Terezinha, localizada no bairro Parque Lafayete em Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Uma escola com uma equipe diretiva atuante e professoras que buscam em conjunto, realizar de melhor forma possível o trabalho de cidadania e formação com seus alunos.

Nesta escola, eles criaram em 2007 o Projeto: LER E ESCREVER PRA VALER! Um projeto  de reforço escolar aprovado pela SME que funciona no contraturno dos alunos.


 




 


 
 
 
 









Como funciona?
A escola disponibiliza de uma sala de aula (pequena infelizmente), que atende os alunos em dois horários, manhã e tarde, duas vezes na semana com duração de duas horas cada acompanhamento, podendo se extender caso seja necessário. Atende a 30 alunos do 3° A. E. e 30 alunos do 5° A. E. que necessitam aprimorar seus conhecimentos na área de linguagem.
A metodologia utilizada épautada na ação humana, onde constantemente os alunos são convidados a se envolverem na prática socialda leitura e da escrita. Os objetos de estudo são retirados da realidade do aluno, isto é: jornais, revistas, brincadeiras, jogos, gibis, livros, fichas de cadastro, músicas e etc. Em todas as aulas a prática de leitura e reflexão é estimulada e todos os projetos de reforço acompanham as atividades trabalhadas pelas professoras regentes das turmas oficiais, isto é, um trabalho conjunto entre professora de Projeto e professora regente.
Os alunos são avaliados constantemente através de atentas observações em sala de aula, também acontece uma avaliação de leitura acompanhada pela Equipe Pedagógica da Escola e as avaliações escritas acontecem nos finais de cada tema trabalhado, para assim o desenvolvimento possa ser mais amplo e corrente. No final de cada trimestre as professoras junto à Equipe Pedagógica fazem uma análise do desenvolvimento de seus alunos e de seu trabalho.

E os alunos? Eles gostam?

Professora Rita e seus alunos do reforço escolar.

Tanto que se divertem!

 

As dificuldades do Ensino da Língua Materna

O Primeiro texto é:  "Fala e Escrita: Propostas didáticas para os anos iniciais do ensino fundamental" de Debora Amorim Gomes da Costa, apresentado na ANPED em 2008.

Depois de apresentar sua organização para a pesquisa e o material utilizado para a mesma, entre estes, alguns documentos oficiais obrigatórios para o ensino de língua materna e para as relações fala-escrita em sala de aula, a autora trata das dificuldades de ensinar língua portuguesa aos alunos, bem como, analisa "qualidade" dos livros didáticos que norteiam este trabalho.
Para realização das pesquisas a autora se apropriou de duas coleções de livros didáticos:
  1. Português uma proposta para o letramento e
  2. Vitória Régia - Língua Portuguesa ambas indicadas com Distinção pelo Programa Nacional do Livro Didático
Feito isto, a rflexão que ela nos traz é sobre as crianças dos anos iniciais já realizarem reflexões sobre os fenômenos linguísticos e suas diferenças. Também fala da adoção das concepções de linguagem, que são:
  •  Estruturalista - expressão de pensamento;
  • Transformacionalista - instrumento de comunicação e
  • Enunciativa - processo de interação.
Estes, não são ensinados à criança em seus anos inicias e ainda assim ela consegue aprender a usar e a diferenciar. Relação entre fala e escrita. Acredito então, que nossa discussão recaia novamente no conceito de alfabetização e letramento. Quando nos propomos a ensinar a língua materna aos pequeninos, aceitamos, na verdade, um desafio. Eles chegam à escola falando. Eles aprenderam a falar, sozinhos. Nosso papel então, é meramente ensiná-los onde colocamos as virgulas, qual "mais"/"mas" usar, qual dos porquês usar, etc...? Nesse momento, nós os professores de séries iniciais nos utilizamos de materiais didáticos, que por apresentarem diferentes vertentes de acordo com olhar de cada autor, não são completos. E por vezes não discutimos com nossos alunos o conteúdo diferenciado de cada livro ou recurso usado. Nos prendemos a uma série de comandos quase que eletrônicos para propiciar ao aluno uma aula chata e não reflexiva, desprezando totalmente as aprendizagenss que tivemos na Academia e nos cursos de Magistério, de levar nosso aluno a raciocinar e concluir.
Se faz necessário que em sala de aula, o professor diferencie para seus alunos a linguagem falada, da linguagem escrita, para que estes não terminem os estudos achando que "Ti amo", "Agenti fomos", "Dano doce" etc e tals, cabe normalmente à sua escrita, pois ele oralmente se expressa assim. A proposta não é ridicularizar seu aluno, afim de que ele se sinta pressionado e insegura, mas sim um acompanhamento e aprmoramento de sua fala/escrita, pois uma, é consequência da outra. 

 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

BLOGS da Turma!


Oi gente, os endereços dos blogs estão aqui!
Quem não passou o endereço, por favor entre em contato!

http://falaaryanna2.blogspot.com/
http://conhecendoped.blogspot.com/
http://taelp2febf.blogspot.com/                  JOYCE MACHADO
http://chaieneleitura.blogspot.com/
http://patipinhoo.blogspot.com/ 
http://pipity06.blogspot.com/
http://priscilamcborges.blogspot.com/
http://monyquesilva.blogspot.com/
http://linguagensesociedade.blogspot.com/   BRUNA DE PAULLA
http://otiomandou.blogspot.com/                   DANIEL VIERA
http://taelpdeo.blogspot.com/                         CAMILA SILVA
http://taelinguaportugesa.blogspot.com/        DANIELLE BERNADO
http://jssikadipaula.blogspot.com/                  JESSICA DI PAULA
http://angelicaaquino.blogspot.com/
http://travalinguatae.blogspot.com/                JULIETE XAVIER
http://taelp2pamela.blogspot.com/                PAMELA ASCHOFF
http://sanlacostas1.blogspot.com/
http://edsonadiniz.blogspot.com/
http://ricardosepulveda.blogspot.com/          SÉRGIO RICARDO
http://juliashaiene.blogspot.com.br/ 
http://flomarcela.blogspot.com.br/
http://almeidajoana.blogspot.com.br/
http://stefanysmatos.blogspot.com.br/
http://diaadiaclaudia.blogspot.com.br/
http://leiturasentreamigos.blogspot.com.br/      DANIELA RODRIGUES
http://mrgermano.blogspot.com.br/
http://mariaaliceeral.blogspot.com.br/
http://samanthacarvalho.blogspot.com.br/
http://marinabriata.blogspot.com.br/
http://rodrigueslorena.blogspot.com.br/
http://vanessa-d-ae.blogspot.com.br/
http://vanessacorreauerj.blogspot.com.br/
http://leandro-sartori.blogspot.com.br/